Segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
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Gestão de Risco

A instituição possui área própria de Gerenciamento de Riscos? Quais profissionais exercem tal atividade?

A empresa utiliza um sistema de gerenciamento de risco desenvolvido internamente, o Asset Portfolio Manager, com tecnologia Microsoft .NET, que calcula resultado, sensibilidades de risco, stress e VaR ONLINE, além de mostrar a performance de estratégias e desempenho dos traders/gestores, com o diferencial de fazê-lo com velocidade e precisão.

O responsável pela área de desenvolvimento e sistema e gestão de risco é o sócio João Grossi (trabalhou por 7,5 anos no Banco Garantia/Credit Suisse e deixou a instituição em 2006 como chefe da área de Derivatives and Risk IT), também fazem parte da equipe, João Vasconcelos e Flavio Liberal.

O “Asset Portfolio Manager” da LOTE45 utiliza um sistema estruturado de gerenciamento realizado através de modelos matemáticos e estatísticos aplicados à carteira, com o objetivo de garantir que as carteiras administradas estejam expostas apenas aos riscos inerentes às respectivas políticas de investimento.

Este modelo é baseado em cenários econômico-financeiros críticos definidos no Comitê de Risco e calculado através da utilização de expressivas variações dos preços dos ativos e derivativos que compõem a carteira de um fundo/portfólio. A perda associada a cada cenário é produzida por simulação, na qual todos os ativos da carteira são re-precificados (full-valuation). Para determinação dos cenários de stress o Comitê de Risco toma como base os movimentos das chamadas “Variáveis Primitivas de Risco” (por exemplo, dólar spot, curva de juros pré, cupom cambial, entre outros) em uma janela histórica de variações observadas desde janeiro de 2000.

As variações críticas históricas são avaliadas e o Comitê de Risco julga se são plausíveis na conjuntura de mercado à época da reunião. Para o stress de ações, observa-se a pior perda conjunta da carteira de ações no cenário histórico dos últimos 2 anos, incluindo um prêmio de liquidez. O comportamento da correlação histórica entre as variáveis também é considerado. Caso o comitê julgue que a conjuntura atual representa um momento de estresse maior que o observado nos dados históricos, o valor dos choques nas variáveis primitivas é feito de forma independente do histórico, podendo assumir valores não observados anteriormente. É importante ressaltar que o comitê não se limita à análise histórica dos dados, mas considera como uma boa proxy para construção dos cenários de stress.

Além disso, a equipe de gestão de risco analisa os cenários de stress para cálculo de margem definidos pela BM&F para efeito de comparação aos cenários de stress utilizados. Atualmente existem 545 combinações possíveis de cenários de stress (agosto 2008). O modelo de stress bem como os cenários e as combinações utilizadas estão sujeitos à alteração pelo Comitê de Risco.

Vale lembrar que essa metodologia não garante a eliminação da possibilidade de perdas do portfólio mas agregam valor na tomada de decisão e no gerenciamento do risco a que um portfólio esta sendo submetido.

A gestão de risco acompanha também a evolução do Value-at-Risk histórico e paramétrico da carteira com 95% de confiança utilizando janelas de 1 e 5 dias para efeito de monitoramento do risco de um portfólio. Esta ferramenta é utilizada com a finalidade de complementar o gerenciamento de risco, auxiliando na tomada de decisão.

Além dos mecanismos acima descritos, é importante destacar que o sistema de risco monitora constantemente (online) a utilização dos limites disponíveis, emitindo avisos (flags) ao gestor de risco, controllers e traders, quando o stress ultrapassar um determinado limite predefinido pelo gestor.

O Comitê de Risco, que discute metodologias, cenários críticos e parâmetros de risco e critérios utilizados nos modelos e sistemas, é composto pelo gerente de risco, trader/gestor e controllers. Este comitê se reúne periodicamente, convidando um consultor independente para que este complemente as análises do comitê ou em momentos que a gestão de risco julgue necessário por razões de mudanças significativas de comportamento nos mercados onde os clientes atuam.

 
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